Ajude o Peli a botar gasolina no seu carro!

segunda-feira, agosto 18, 2003

Hoje aconteceu um caso sinistro ao quadrado.

Estava eu repousando em meu aposento quando ouço o interfone tocar.

- Não é pra mim. Não espero por ninguém. - Pensei

Ledo engano, Peli.

Atrás da porta minha serviçal grita por meu nome:

- Pelifeeeee...tem uma moça querendo lhe falar.

Quando pego o interfone o porteiro avisa que uma Dona Bianca estava a subir afim de conversar comigo e minha genitora. Toca a campainha e uma moça, com seus 20 e poucos anos, adentra a minha residência com um pequeno enfante em seus braços com pele bronzeado e pêlos loiros obtidos através de "Blondor" e afins.

Reconheço a moça. Me apavoro. Gaguejo. MInhas mãos tremes.

- Não vai perguntar quem é a criança? - Indagou Bianca.

Tive medo de perguntar. Minha voz não saía. Queria falar. Mas algo me travava.

- Sim, Pelife, esse menino é nosso.

Minha mãe desfalece na sala. Tuquinha, minha serviçal, adentra a sala oferecendo café para a visita. Abana minha mãe e ela acorda. Diz não acreditar no que assucede.

A Bianca recordou o dia que nos conhecemos, ficamos, transamos e Pimba!!! Gerei uma criança. Minha mãe pediu para fazermos DNA. Mas o petiz é a minha cara. Com meu queixo e tudo. Virei papai aos 23 anos.

Não meninas, não irei casar. Assumirei sim o menino e vou fazer o máximo para acompanhar seu crescimento e prover de todas as suas necessidades. É a vida.

Seu nome é João Antônio.

Devo fazer uma reuniãozinha lá em casa para apresentá-lo para os meus amigos e namoradas.

Em breve foto do pimpolho.

Atenciosamente,

Um Pai.

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